{"id":35,"date":"2013-03-31T04:47:00","date_gmt":"2013-03-31T04:47:00","guid":{"rendered":"http:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/?p=35"},"modified":"2014-09-11T13:09:29","modified_gmt":"2014-09-11T13:09:29","slug":"instrumentos-da-musicalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/instrumentos-da-musicalidade\/","title":{"rendered":"INSTRUMENTOS DA MUSICALIDADE"},"content":{"rendered":"<p><b><span style=\"font-family: Calibri,Bold;\">Filosofia das rela\u00e7\u00f5es humanas para jovens e adolescentes<\/span><\/b><span style=\"font-family: Calibri; font-size: x-small; text-align: right;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><br \/><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 8pt;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: right;\">\n<div align=\"right\" style=\"margin: 0cm 0cm 0pt;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 8pt;\">Maria Helena Campos Pereira<o:p><\/o:p><\/span><\/p>\n<div align=\"right\" style=\"margin-bottom: 0pt;\">\n<div align=\"right\" style=\"margin-bottom: 0pt;\"><b><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 8pt;\">&nbsp;<\/span><\/b><b><span style=\"font-size: x-small;\"><span style=\"font-family: Times, &quot;Times New Roman&quot;, serif;\">Doutoranda UMA<o:p><\/o:p><\/span><\/span><\/b><\/div>\n<div align=\"right\" style=\"margin-bottom: 0pt;\"><span style=\"font-family: &quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;; font-size: 8pt;\">maria-helenacampos@hotmail.com<o:p><\/o:p><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><b style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Resumo<\/span><\/b><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><b><\/b><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Instrumentos da musicalidade, faz parte das constru\u00e7\u00f5es textuais elaboradas para se trabalhar Filosofia para jovens e adolescentes, com o objetivo de se discutir as reflex\u00f5es relacionadas \u00e0s ideias e questionamentos, a respeito dos valores \u00c9ticos, a partir de express\u00f5es metaf\u00f3ricas constru\u00eddas com instrumentos musicais que representam e d\u00e3o cor \u00e0 vida. Fundamenta-se em Cury (2002), com a sua ideia do ser humano ser ator principal no palco da vida e Chau\u00ed (1995), um convite ao filosofar. A resposta n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil porque cada um tem suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias e sofrem influ\u00eancias marcadas pelo meio, no entanto, a metodologia emp\u00edrica, dial\u00e9tica e construtivista tem colaborado para que as a\u00e7\u00f5es etnogr\u00e1ficas se tornem reais e possibilitem a uma autorreflex\u00e3o, na tentativa de sermos agentes da transforma\u00e7\u00e3o&nbsp;s\u00f3cio&nbsp;educacional.<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><em>Palavras chave<\/em>: Filosofia, musicalidade, rela\u00e7\u00f5es humanas. <\/span><\/p>\n<p><b><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">INTRODU\u00c7\u00c3O<\/span><\/b><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 0pt;\"><i><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Somos os instrumentos que devem ser<\/span><\/i><o:p><\/o:p><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;\"><i><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">afinados para a melodia da vida.<\/span><\/i><o:p><\/o:p><\/div>\n<\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><i><\/i><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"color: black;\">A musicalidade faz parte da vida, somos os instrumentos que d\u00e3o o toque especial&nbsp; para a nossa sobreviv\u00eancia, o toque<\/span> pode ser as in\u00fameras possibilidades de ajuda ao pr\u00f3ximo e a si mesmo, inclusive \u2018a capacidade de aceitar a realidade humana, com todas as suas mazelas e limites, e se n\u00e3o quisermos sofrer, principalmente de depress\u00e3o, o ideal \u00e9 nos amar incondicionalmente, desenvolver o nosso potencial, aquilo que somos e crescer cada vez mais\u20192 procurar formas alternativas de melhorar nossa vida a cada dia, isso \u00e9 importante, necess\u00e1rio e&nbsp; fundamental para a participa\u00e7\u00e3o na orquestra e sinfonia da vida.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">O ideal \u00e9 <i style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">garimpar ouro no solo de seu ser&nbsp;<span style=\"font-size: xx-small;\">3<\/span><\/i>, mas nem todos conseguem, pior \u00e9 conseguir participar da orquestra sinf\u00f4nica em que cada pessoa est\u00e1 inserida, e muitas vezes, nem percebemos que somos important\u00edssimos nesta grande orquestra. Os diversos instrumentos se inserem na diversidade musical, o maestro d\u00e1 o tom e sem percebermos, a\u00ed estamos a tocar, pular, dan\u00e7ar, saltitar e a cantar.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Tocamos tudo e em tudo no in\u00edcio da vida, queremos conhecer os m\u00ednimos detalhes, a descoberta faz parte do toque inicial de cada instrumento que comp\u00f5e a sinfonia, mas somos ainda pequenininhos, queremos afeto e dedica\u00e7\u00e3o. Pulamos pra l\u00e1 e pra c\u00e1, mas quem disse que instrumento n\u00e3o pula! Nas m\u00e3os de m\u00fasicos&nbsp;maestros experientes, o pular se insere no processo de desenvolvimento da vida, na aprendizagem do toque e da conviv\u00eancia, que nos impulsiona ao dan\u00e7ar.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Dan\u00e7ar \u00e9 uma das artes corporais que envolve a grandiosa expressividade do ser, e a vida \u00e9 uma dan\u00e7a cont\u00ednua, o saltitar faz parte desta arte que nos estimula ao caminhar, que \u00e9 mesclado pela adrenalina da vida, mesmo ao deparar com limites e percebemos ser tempor\u00e1rios, est\u00fapidos, confinados pelo tempo, nos rejeitamos e notamos inferiores.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Neste contexto, os instrumentos da dan\u00e7a somos n\u00f3s, que inundamos o mundo com todos os batuques, clamores,&nbsp;sonhos e esperan\u00e7as, somos os instrumentos da musicalidade para a dan\u00e7a da vida, os banjos, pandeiros, sanfonas, gaitas, viol\u00f5es, guitarras e pianos. Contudo, conseguimos encontrar a rima na arte de viver e conviver, ainda que tenhamos de bambolear e cantar, de soletrar a grafia e ouvir o tom, que pode n\u00e3o ser interessante para os nossos objetivos de vida. Mas,&nbsp;\u00e9 essencial o&nbsp; racioc\u00ednio de que, n\u00e3o s\u00f3 de epis\u00f3dios grandiosos, como a fama, que pode viver o ser humano, por\u00e9m da convic\u00e7\u00e3o de que, nos momentos mais dif\u00edceis podemos escrever os melhores textos, compor&nbsp;experi\u00eancias de nossas vidas, que poder\u00e3o ser socializadas e investigadas por uma longa jornada. Assim questiona-se.<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Quais s\u00e3o os instrumentos da musicalidade?<\/span><\/b><\/div>\n<p><b><\/b><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Ao responder esta quest\u00e3o, deve-se entregar aos alunos, uma figura de instrumento musical, e dialogar com eles, a respeito da import\u00e2ncia destas ferramentas sonoras em nossa vida. Solicitar que se coloquem no lugar de pelo menos um instrumento, fazendo um jogo de imagina\u00e7\u00e3o. Orientar quanto \u00e0 leitura textual referente ao tema para melhor entendimento dos instrumentos musicais, em seguida sugerir que elaborem questionamentos e d\u00favidas a respeito&nbsp; da leitura, solicitar que registrem as ideologias filos\u00f3ficas relacionadas aos instrumentos sonoros e \u00e0 vida. As experi\u00eancias vividas no dia a dia, de cada ser humano, o faz ser assim, meigo ou severo, pac\u00edfico ou feroz, mas \u00e9 preciso saber controlar as rea\u00e7\u00f5es e emo\u00e7\u00f5es, que se instaura no complexo biopsicol\u00f3gico deste ser complexo.No entanto, o grupo musical Carrapicho contribui com esta nossa filosofia, ao cantar \u201ca&nbsp;<i style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">cor do meu batuque tem o toque tem o tom da minha voz,(..)vermelho, vermelhante, vermelhusco, vermelh\u00e3o,.. at\u00e9 mesmo o comunista se alian\u00e7ou, ao toque <\/i>do rubor do meu amor&#8230;\u201d<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Alian\u00e7a \u00e9 o s\u00edmbolo da uni\u00e3o entre pessoas que se amam, mas como descreve os dez&nbsp;mandamentos da filosofia b\u00edblica, <i>amar ao teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo<\/i>, isto \u00e9 uma pr\u00e1tica constante? O importante na vida \u00e9 que se possa pelo menos buscar um toque especial \u00e0 tonalidade da vida em comum.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Ent\u00e3o, na&nbsp;realiza\u00e7\u00e3o deste trabalho, utilizou-se em sala de aula diversas figuras de instrumentos musicais, que foram entregues a cada participante e foi solicitado que respondessem as seguintes quest\u00f5es: qual \u00e9 a cor do seu batuque e qual o tom da sua voz? \u00c0 medida que a professora dialogava, com o prop\u00f3sito de instigar os alunos a pronunciar a respeito de seu instrumento, eles filosofavam de forma criativa, com base em seu instrumento musical. As alunas que representavam o piano, foram as primeiras a exporem suas reflex\u00f5es.<\/span><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">O piano \u00e9 um&nbsp;instrumento interessante e apaixonante, ele possui &nbsp;muitas teclas pretas e brancas e nos d\u00e1 o tom do leve ou agudo, mas sempre fazendo&nbsp;flutuar todos os que o escuta, a cor do seu batuque pode &nbsp;ser branca,pois&nbsp;demonstra&nbsp;uma&nbsp;paz, levando-nos a viajar &nbsp;na&nbsp;nota&nbsp; que o maestro&nbsp; nos &nbsp;d\u00e1. O tom&nbsp; da &nbsp;minha voz \u00e9 como um piano, &nbsp;fino,&nbsp;leve,&nbsp;acolhedor e at\u00e9 mesmo pode&nbsp;acalmar&nbsp;aquele&nbsp;que o escuta. Todos &nbsp;n\u00f3s devemos ser como um piano, deixando que as outras pessoas&nbsp; nos toquem, o &nbsp;piano deixa &nbsp;que as pessoas o&nbsp;toque a vontade, assim, ela demonstra&nbsp;todos os seus sentimentos&nbsp;com seguran\u00e7a, com&nbsp;isso,&nbsp;quem o&nbsp;toca, vai al\u00e9m e explora tudo que o piano oferece. (ALVES, 2013).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Talvez a leitura deste fragmento textual possa levar o leitor a in\u00fameras imagina\u00e7\u00f5es, inclusive aquelas que evidenciam a sexualidade, quando se exprime, deixar que todos os toquem \u00e0 vontade, no entanto, essa sua vers\u00e3o significa, o toque do carinho, do afeto e da simplicidade ao viver em comunh\u00e3o com as pessoas em um imenso flutuar de tons e melodias.Assim como, os demais instrumentos acredita-se poder mov\u00ea-lo com o toque, da maneira em que cada um ir\u00e1 toc\u00e1-lo, ou seja, se o toque \u00e9 calmo, o som despontar\u00e1 sereno, mas ao tocar com agressividade, o som ser\u00e1 pesado, por isso, pode-se dizer que somos os instrumentos movidos frequentemente pelo toque. \u00c0s vezes, pode-se estar calmo e demonstrar aos outros uma paz enorme e um jeito carinhoso de ser, mas ao estar chateados, tem-se a capacidade de evidenciar sentimentos negativos e magoar a quem amamos. (AGUIAR, 2013)<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Neste caso, o importante \u00e9 recordar os instrumentos e melodias que parecem perpetuar com sua tamanha beleza, assim, Renato Russo se instrumentaliza com uma filosofia t\u00e3o simples, mas, que talvez, possa ser muito dif\u00edcil para aqueles que n\u00e3o valorizam verdadeiramente, o outro e a si, por isso \u201c <i>\u00e9 preciso amar as pessoas como se n\u00e3o houvesse o amanh\u00e3<\/i>\u201d.<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">O amanh\u00e3 pode ser indeterminado, mas em compara\u00e7\u00f5es e met\u00e1foras a vida se imita ao&nbsp;piano, mesmo com teclas preta e branca, considera-se ainda de cor verde, cor &nbsp;da esperan\u00e7a, de dias melhores, de sonhos e projetos. E o tom da nossa voz combina com este instrumento, voz que acalma, que pacifica, tranquiliza, sem desprezar os tons altos e firmes, que muitas vezes s\u00e3o necess\u00e1rios, porque cada qual tem o seu tom, o seu momento adequado \u00e0 tonalidade da vida.&nbsp;(ROCHA, 2013)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Neste contexto, pode-se recordar Gonzaguinha, com seus tons mel\u00f3dicos que encantam a vida, porque <i>somos n\u00f3s que fazemos a vida como der ou puder ou vier, <\/i>mas \u00e9 preciso <i>viver e n\u00e3o <\/i>ter a vergonha de ser feliz.&nbsp; Isto sim pode ser um instrumento da musicalidade, estar a conviver com as dificuldades terrenas e com os outros seres ao redor, todavia, sem acanhamento, sem timidez e tristeza, que pode nos assolar devido a muitas cantigas inadequadas no ar, que somente um toque de saxofone pode ser poss\u00edvel resolver e abrilhantar.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">O saxofone \u00e9 fino, de cor dourada que atrai os olhos humanos e fascina quem o admira, \u00e9 leve, envolvente, apaixonante e contagia a pessoa que o manuseia. Quem toca esse instrumento, utiliza a alma e seu \u00faltimo f\u00f4lego. E o som da voz pode soar em seu toque, ao deparar com certas situa\u00e7\u00f5es, baixo quando necess\u00e1rio, alto quando permitido.<span style=\"font-size: xx-small;\">4<\/span> <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Com este fragmento \u00e9 poss\u00edvel dizer que a admira\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das grandes qualidades de um fil\u00f3sofo, adicionada aos questionamentos, investiga\u00e7\u00f5es e reflex\u00f5es. Assim \u00e9 a vida, fascinante aos olhos de quem a admira, envolvente com todas as suas tonalidades, quer ofusca ou intensa. \u00c9 apaixonante viver e ter a coragem de ser feliz, a ponto de contagiar aqueles que se dizem n\u00e3o conseguir batucar, entretanto, utilizar o seu \u00faltimo f\u00f4lego, pode ser um ato de bravura, for\u00e7a e entusiasmo. Neste processo, como diz Chau\u00ed (1995 p.90), a investiga\u00e7\u00e3o em busca da verdade confere aos seres humanos e ao mundo um sentido que n\u00e3o haveria se fossem considerados indiferentes \u00e0 verdade e \u00e0 falsidade.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Ent\u00e3o, o meu batuque tem a cor dourada, por isso queria ser um saxofone, ele \u00e9 fino e emocionante, tanto para quem toca quanto os que ouvem, os seus sons chegam aos nossos cora\u00e7\u00f5es com tamanha felicidade, que comove a alma e o esp\u00edrito. \u00c9 um instrumento que faz parte da nossa vida, o seu som nos envolve e nos enche de alegria. Al\u00e9m de acalmar, toca o mais \u00edntimo do cora\u00e7\u00e3o das pessoas, fazendo-as se emocionarem e a viajar por lugares desconhecidos.Ele pode tocar no tom da minha voz e trazer harmonia e sintonia aos ouvidos de quem ouve. (FIGUEIREDO &amp; MENEZES, 2013)<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Talvez seja imposs\u00edvel definir as faculdades \u2018<i>saxof\u00f4nicas<\/i>\u2019 aos toques de uma sanfona, n\u00e3o&nbsp;obstante, entende-se que a cultura de um povo \u00e9 a sua marca organizacional, assim \u00e9 este instrumento, significativo para o povo que o cultua, deste modo Pomarolli (2013), a define.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"color: black;\">A&nbsp;sanfona n\u00e3o \u00e9 um instrumento que me atrai &nbsp;musicalmente, no&nbsp;entanto,&nbsp;<\/span><span style=\"color: black;\">nos remete \u00e0s nossas origens, \u00e0s ra\u00edzes &nbsp;culturais. &nbsp;<\/span><span style=\"color: black;\">Al\u00e9m disso,&nbsp; possui &nbsp;as caracter\u00edsticas&nbsp; de se&nbsp;adaptar \u00e0s situa\u00e7\u00f5es&nbsp;e aos&nbsp;<\/span><span style=\"color: black;\">contextos diversos que&nbsp;se apresentam.<\/span><span style=\"font-size: xx-small;\">5<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Este aluno ao responder a respeito da cor de seu batuque, ele diz ser a cor verde porque remete \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o, metamorfose, vitalidade, esperan\u00e7a, capacidade de modificar o ambiente e modificar-se por ele. E, quanto ao tom da sua voz, afirma que \u00e9 o tom da busca, da rela\u00e7\u00e3o transcendental, da sintonia entre o sens\u00edvel e o intelig\u00edvel, da for\u00e7a e da sensibilidade. (POMAROLI, 2013).<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">A bateria \u00e9 outro instrumento musical que d\u00e1 peso e predomina. Pode-se considerar que a sua cor e seu batuque tem a tonalidade vermelha, porque \u00e9 marcante e sobressai entre muitos outros banjos, agita o ambiente, d\u00e1 o ritmo, alegra, traz equil\u00edbrio para a m\u00fasica. \u00c9 forte e reflete o amor que cresce a cada dia dentro de n\u00f3s. Em alguns aspectos, significaria muito ser uma bateria, ela \u00e9 envolvente e marcante, sem o seu som as m\u00fasicas ficam sem gra\u00e7a e desmotivadas. Um ponto negativo e que teria medo, \u00e9 que a bateria apanha muito dependendo do ritmo, assim \u00e9 preciso&nbsp; ter coordena\u00e7\u00e3o motora para tocar com a vida, para conseguirmos os sentimentos e o jeito de ser, mas pensando bem \u00e9 depois das batidas que vem a afina\u00e7\u00e3o. No entanto, o tom de minha voz \u00e9 suave quando h\u00e1 necessidade, \u00e9 mais alta, forte e vibrante, se a musicalidade solicita, \u00e9 alegre e traz esperan\u00e7a aos que escutam<\/span>.<span style=\"font-size: xx-small;\">6&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Em contradi\u00e7\u00e3o ao toque da bateria, busca-se no tom da base um toque especial, tal qual a tonalidade da vida, o viol\u00e3o \u00e9 assim, c\u00edrculo de amizades que se fortalecem com a camaradagem e envolvimento peculiar. E reafirma Almeida e Ferreira (2013), \u00e0 tonalidade de um viol\u00e3o.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">A cor do meu batuque \u00e9 branca, neutra e o tom da minha voz \u00e9 tal qual o viol\u00e3o, muda as notas de acordo com a m\u00fasica e o ambiente, do jeito que tocar eu dan\u00e7o, e conforme melhor se toca mais se envolve no ritmo. O viol\u00e3o \u00e9 base, pr\u00f3prio para qualquer hora e momento, nada melhor que um viol\u00e3o em uma roda de amigos, pode ser um grande companheiro em horas de solid\u00e3o. Seu formato \u00e9 elegante, sensual, sua musicalidade emociona e dependendo de quem o toca, pode ter um toque delicado ou estridente, o que decide \u00e9 o momento e a ocasi\u00e3o<\/span><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">.<span style=\"font-size: xx-small;\">7<\/span><\/span><br \/><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\"><span style=\"font-size: xx-small;\"><br \/><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Este aprendizado de constru\u00e7\u00f5es filos\u00f3ficas, com o foco para crian\u00e7as e adolescentes pode contribuir com o despertar destes estudantes na produ\u00e7\u00e3o de textos significativos, que se iniciam a partir de instrumentos concretos, mas que transcendem a realidade, com ilustra\u00e7\u00f5es que usem recursos das figuras estil\u00edsticas e a est\u00e9tica textual ganhe significado real e simb\u00f3lico ao mesmo tempo, na tentativa de que o ser humano se encontre nesse meio sinf\u00f4nico, que faz da vida uma verdadeira orquestra.<\/span><\/div>\n<p><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Somos assim, \u00e0s vezes barulhentos ou serenos, mas s\u00f3 a morte \u00e9 silenciosa. O importante \u00e9 que a m\u00fasica da vida esteja presente em todos os momentos, mesmo com teclas entrela\u00e7adas e multicores, somos os instrumentos, que fazem parte da musicalidade em que vivemos. Nosso lugar \u00e9 no anfiteatro da grande orquestra, bem l\u00e1 encima, com todos os nossos toques e m\u00fasicas especiais, que d\u00e3o a tonalidade e o equil\u00edbrio para a nossa sobreviv\u00eancia.<\/span><\/div>\n<p><b style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">Reflex\u00f5es filos\u00f3ficas<\/span><\/b><br \/><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><b><\/b><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 Quais s\u00e3o os instrumentos da musicalidade e quem deve estar afinado para a melodia da vida?<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 Por que os diversos banjos, pandeiros, sanfonas, gaitas, viol\u00f5es, guitarras e pianos na musicalidade da vida?&nbsp;Como pode ser cada um?<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 <i>Como garimpar ouro no solo de seu ser?<\/i><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 <i>Porque <\/i>somos important\u00edssimos na grande orquestra?<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 Explique: a descoberta faz parte do toque inicial de cada instrumento, que comp\u00f5e a sinfonia? <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 A vida \u00e9 uma dan\u00e7a cont\u00ednua por qu\u00ea? E o que voc\u00ea entende por aprendizagem do toque? <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 O que significa &#8220;inundarmos o mundo com todos os batuques, clamores, sonhos e esperan\u00e7as&#8221;? <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 Discuta o que significa: &#8220;ainda que tenhamos de bambolear e cantar, de soletrar a grafia e ouvir o tom, que pode n\u00e3o ser interessante para os nossos objetivos de vida&#8221;.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 A m\u00fasica pode estar presente em todos os momentos, com teclas entrela\u00e7adas e multicores?<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">\u00b7 Por que o nosso lugar \u00e9 no anfiteatro da grande orquestra, bem l\u00e1 encima, com todos os nossos toques e m\u00fasicas especiais?<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #333333;\"><span style=\"color: #333333;\"><span style=\"color: #333333;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/span><\/div>\n<p><b><span style=\"font-family: Calibri,Bold; font-size: x-small;\"><span style=\"font-family: Calibri,Bold; font-size: x-small;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<div align=\"justify\"><\/div>\n<p><\/span><\/span><\/span><\/b><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">CAMPOS, Maria Helena. <i style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">Las relaciones interdisciplinarias en los proyectos educativos. <\/i>M. H. C. Pereira \u00e9 mestre em Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o, pelo Instituto Superior Pedagojico Enrique Jose Varona. Havana, Cuba, 2002. <\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">CHAU\u00cd, Marilena. <i style=\"font-family: Verdana, sans-serif;\">Convite \u00e0 Filosofia<\/i>. S\u00e3o Paulo: 1995.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">CURY, Augusto. <i>Seja l\u00edder de si mesmo<\/i>: o maior desafio do ser humano. Rio de Janeiro: Sextante, 2002.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\">ROBERTO, Antonio. <i>Inferioridade: <\/i>Antonio Roberto e voc\u00ea. Belo Horizonte: Jornal Aqui, 08\/03\/2013. <\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">1<\/span> CAMPOS, M. H. <i>Instrumentos da musicalidade. <\/i>Maria Helena Campos Pereira, mestre e doutoranda em Ci\u00eancias da Educa\u00e7\u00e3o, professora de Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes, no Curso de pedagogia da Universidade Presidente Antonio Carlos. Governador Valadares: UNIPAC, 2013.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">2<\/span>&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">ROBERTO, Antonio. <\/span><i style=\"font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;\">Inferioridade: <\/i><span style=\"text-align: justify;\">Antonio Roberto e voc\u00ea. Belo Horizonte: Jornal Aqui, 08\/03\/2013.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">3<\/span>&nbsp;ALVES, Aline Franciele F. &amp; AGUIAR, Maria da Penha Alves de. &amp; ROCHA, Michelle Lousada. <i>Piano<\/i>. Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes \/6\u00ba Pedagogia 2013\/1. Governador Valadares: UNIPACGV, 2013.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">4<\/span> GOMES, Nair Alves Pedro &amp; MARTINS, Ta\u00edze da Silva Alves. &amp; FIGUEIREDO, M\u00e1rcia Aparecida &amp; MENEZES, Cibele Vieira. <i>Saxofone<\/i>. Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes \/6\u00ba Pedagogia 2013\/1. Governador Valadares: UNIPACGV, 2013.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">5<\/span> POMAROLI, Rafael Perini P. <i>Sanfona<\/i>. Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes \/6\u00ba Pedagogia 2013\/1. Governador Valadares: UNIPACGV, 2013.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">6<\/span> MONTUAM, Denise M. Alexandre &amp; BORGES, Elen Barbosa Pereira. <i>Bateria<\/i>. Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes \/6\u00ba Pedagogia 2013\/1. Governador Valadares: UNIPACGV, 2013.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: xx-small;\">7<\/span> ALMEIDA, Risoleta Vilarino de. &amp; FERREIRA, Tatiane Helena. <i>Viol\u00e3o.<strong> <\/strong><\/i>Filosofia para crian\u00e7as e adolescentes \/6\u00ba Pedagogia 2013\/1. Governador Valadares: UNIPACGV, 2013.<\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filosofia das rela\u00e7\u00f5es humanas para jovens e adolescentes&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Maria Helena Campos Pereira &nbsp;Doutoranda UMA maria-helenacampos@hotmail.com Resumo Instrumentos da musicalidade, faz parte das constru\u00e7\u00f5es textuais elaboradas para se trabalhar Filosofia para jovens e adolescentes, com o objetivo de se discutir as reflex\u00f5es relacionadas \u00e0s ideias e questionamentos, a respeito dos valores \u00c9ticos, a partir de express\u00f5es [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-35","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":368,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35\/revisions\/368"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}