{"id":344,"date":"2016-10-02T05:19:51","date_gmt":"2016-10-02T05:19:51","guid":{"rendered":"http:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/?p=344"},"modified":"2016-10-23T03:29:51","modified_gmt":"2016-10-23T03:29:51","slug":"corrupcao-desestrutura-familiar-e-violencia-branca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/corrupcao-desestrutura-familiar-e-violencia-branca\/","title":{"rendered":"CORRUP\u00c7\u00c3O: DESESTRUTURA FAMILIAR E VIOL\u00caNCIA BRANCA"},"content":{"rendered":"<h1>\u00a0CORRUP\u00c7\u00c3O: DESESTRUTURA FAMILIAR E VIOL\u00caNCIA BRANCA<\/h1>\n<h6><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0<strong>Maria Helena Campos Pereira<\/strong><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/em><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0<\/em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Entre a massa dos sequestradores, o crit\u00e9rio se inverteu, qualquer cidad\u00e3o que n\u00e3o tenha sinais exteriores de pobreza torna-se um alvo potencial. (BALLONE, 2002) \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Nos dias atuais, observa-se a partir de notici\u00e1rios em meios de comunica\u00e7\u00e3o que, os sequestradores j\u00e1 n\u00e3o importam muito com as pessoas de classe alta, a cada dia cresce o n\u00famero de vandalismo e os processos brutais contra seres humanos, acredita-se na possibilidade de ser devido \u00e0 necessidade de sobreviver, a car\u00eancia por uma fam\u00edlia estruturada ou pela desigualdade social, levando-os a b\u00e1rbaros sequestros, como meio de sobreviv\u00eancia ou por visualizarem uma vida com mais conforto. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 De acordo com Ballone (2002), \u201co sequestro, ao lado da perda de um filho \u00e9 o pior trauma que se pode sofrer\u201d. Percebe-se atrav\u00e9s desse coment\u00e1rio que o sequestro \u00e9 muito doloroso e dram\u00e1tico e pode ser comparado \u00e0 perda de \u00edntimos familiares. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 A necessidade de sobreviv\u00eancia pode instigar para que a viol\u00eancia cres\u00e7a assustadoramente, e um dos motivos por esse constante aumento, s\u00e3o os sequestros, que assombram toda a popula\u00e7\u00e3o brasileira. O sequestrado leva para o resto da vida o trauma de estar preso em algum lugar, sofrendo torturas e amea\u00e7as. E esse trauma o leva a ter medo de tudo e de todos, envolve toda fam\u00edlia que tamb\u00e9m passa a ter os mesmos medos e traumas. Os sequestradores n\u00e3o importam se \u00e9 pobre ou rico, eles precisam ou querem o dinheiro e correm atr\u00e1s da pr\u00f3xima vitima. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Com isso, as comunidades vivem com fam\u00edlias estilha\u00e7adas, onde os pais, sobrevivente das trag\u00e9dias, suplicam por paz para que possam cuidar dos filhos. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 E, aquelas fam\u00edlias traumatizadas, passam a implorar pela paz e seguran\u00e7a, da\u00ed a popula\u00e7\u00e3o come\u00e7a a se conscientizar, a respeito da educa\u00e7\u00e3o dos filhos, como pessoas dignas, respeitando o pr\u00f3ximo, como tamb\u00e9m estar a cada dia, mais unida com a sociedade na colabora\u00e7\u00e3o com planos para combater esse tipo de crime, que muitas vezes pode destruir fam\u00edlias inteiras. A erradica\u00e7\u00e3o dessas a\u00e7\u00f5es b\u00e1rbaras e da viol\u00eancia assustadora \u00e9 fundamental, porque nenhuma pessoa, independente da classe social est\u00e1 vivendo em paz, mas, acredita-se ainda, na possibilidade de um futuro, onde os filhos possam viver e conviver com seguran\u00e7a. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Em casos de agress\u00f5es familiares, nas entrevistas com pessoas do grupo de ansiedade e stress, numa das institui\u00e7\u00f5es educativas pesquisadas, notou-se que em alguns momentos pode haver um sil\u00eancio da vitima. Ela esconde sua dor, seu sofrimento, at\u00e9 a decis\u00e3o de romper com a viol\u00eancia ou at\u00e9 mesmo morrer nas m\u00e3os do agressor. Entretanto, quando uma pessoa vem sofrendo constantemente com a viol\u00eancia, esta, nunca se sabe o que fazer e nem a quem recorrer, porque \u00e9 mais fraca e submissa ao seu agressor, e tamb\u00e9m, ao saber de den\u00fancias, ele pode repetir o ato, tomando decis\u00f5es ainda mais tr\u00e1gicas e at\u00e9 tirar a vida do agredido. \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0O mundo vive um grande desespero por causa desses problemas que se alastram a cada dia. Com esta desumanidade, j\u00e1 n\u00e3o se tem seguran\u00e7a da pr\u00f3pria vida, por causa de certos indiv\u00edduos que n\u00e3o valorizam sua exist\u00eancia e a trocam-na por t\u00e3o pouco. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00cdndices de pesquisas da Folha de S\u00e3o Paulo e Rio mostram que acidentes matam muitas pessoas a cada momento como o caso do jovem Gustavo na madrugada do dia 13\/03\/2002 e muitos outros que \u00e9 imposs\u00edvel nomear em tempos atuais. Entende-se que a velocidade, a imaturidade e o \u00e1lcool s\u00e3o grandes causadores da viol\u00eancia de tr\u00e2nsito, acredita-se na falta de conhecimento das leis, na imprud\u00eancia ao dirigir, na correria di\u00e1ria para o trabalho, no cansa\u00e7o f\u00edsico, no sono e outros, assim, o ser humano abusa ao ultrapassar os sinais e desrespeita as placas de sinaliza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o valorizam a vida, e faz da dire\u00e7\u00e3o um caminho fatal. Pesquisas nos informam que a cada minuto morre uma pessoa no tr\u00e2nsito, isto devido a bebida alco\u00f3lica que provoca o descontrole emocional e pode causar a morte. (Cidade Alerta) \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Tomar conhecimento destes fatos e procurar orientar os jovens sobre esta grav\u00edssima causa \u00e9 de suma import\u00e2ncia, assim como, orientar a comunidade sobre a participa\u00e7\u00e3o em projetos de conscientiza\u00e7\u00e3o que possam promover a\u00e7\u00f5es para minimizar o problema.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Adicionando a isso, a viol\u00eancia branca, em que n\u00e3o se derrama sangue, tamb\u00e9m pode ser igualmente terr\u00edvel, na forma de doen\u00e7as da sociedade, aliada \u00e0 fome, \u00e0 mis\u00e9ria, ao descaso. Ent\u00e3o, pergunta-se, o que o cidad\u00e3o comum pode fazer para diminuir o pr\u00f3prio sofrimento e o de seus semelhantes? \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Heleieth Saffioti (1997), relata em seu texto que o cidad\u00e3o vive hoje em uma sociedade sem expectativa, com medo, procurando solu\u00e7\u00e3o para os problemas da igualdade social. Ela enfatiza o acordar para a realidade, abandonar o descaso, e com o olhar cr\u00edtico, ver a fome e a mis\u00e9ria que violentamente fere a grande massa popular e as a\u00e7\u00f5es caracterizadas como manifesta\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, as quais abarcam frequentemente uma gama de comportamento. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0A viol\u00eancia \u201cbranca\u201d ultrapassa o limite da agress\u00e3o f\u00edsica, ao admitir uma viol\u00eancia de car\u00e1ter psicol\u00f3gico e moral, at\u00e9 mesmo o tr\u00e1fico de drogas, de \u00f3rg\u00e3os para transplante, de crian\u00e7as e a famosa lavagem do dinheiro p\u00fablico podem estar inseridos nesse tipo de viol\u00eancia. Poucos se preocupam, no entanto, este tipo de viol\u00eancia, \u00e9 mais sutil, ela n\u00e3o \u00e9 percebida por todos, ou apenas resulte de \u201cuma coisa natural\u201d, n\u00e3o intencional. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Embora todos falem de paz, os homens vivem se armando. H\u00e1 viol\u00eancia em todas as cidades, n\u00e3o importa se \u00e9 metr\u00f3pole ou n\u00e3o. N\u00e3o se sabe o que fazer para acabar com esse mau que tem sido preocupa\u00e7\u00e3o de muitos. A falta de di\u00e1logo, as restri\u00e7\u00f5es, a ambi\u00e7\u00e3o incontrol\u00e1vel e a incr\u00edvel sede de dom\u00ednio econ\u00f4mico e pol\u00edtico podem estar contribuindo para um caminho aparentemente sem retorno. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ser\u00e1 que os projetos pol\u00edticos pedag\u00f3gicos fundamentados na multi, pluri, trans e interdisciplinaridade, n\u00e3o poder\u00e3o contribuir com o desenvolvimento de comunidades mais disciplinadas e harm\u00f4nicas? \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Acredita-se que a\u00a0partir\u00a0de planejamentos cooperativos, onde o acolher e \u00a0regatar valores possam ser os melhores caminhos para se evitar brigas, amea\u00e7as e depreda\u00e7\u00f5es, pois educa\u00e7\u00e3o se faz com o compromisso e a uni\u00e3o de todos. A uni\u00e3o pode minimizar competi\u00e7\u00f5es e promover mudan\u00e7as no meio em que se vive, porque a vida corre risco a todo o momento.\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Pergunta-se ent\u00e3o: O que os homens entendem de paz? A droga e a prostitui\u00e7\u00e3o s\u00e3o as causadoras da viol\u00eancia? Qual \u00e9 a paz que eles procuram? Dizem que a paz \u00e9 como chama, embora silenciosa \u00e9 ativa e apressa principalmente quando o silencio \u00e9 cruel. Ela insiste fundamentalmente,\u00a0quando precisa mudar certos fatos, a paz n\u00e3o significa n\u00e3o fazer nada contra, mas, fazer tudo para o bem de todos. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Lutar contra a corrup\u00e7\u00e3o, a favor da justi\u00e7a, do amor, da democracia e do plano cooperativo pode constituir um dos melhores caminhos para se resolver os males que afetam a humanidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Refer\u00eancia<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0 VALLADARES, Ricardo. <em>O Brasil ensanguentado<\/em>. Revista Veja. M\u00eas\/Janeiro. n\u00ba 04. Ed. Abril. P. 90. S\u00e3o Paulo, \u00a02002 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0BALLONE. Geraldo. Professor da PUC da Campinas, S\u00e3o Paulo. Revista Veja. Ed. Abril, 2002. P. 41\u00a0 n\u00ba 06. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0PEREIRA, Paula e outros. <em>C\u00f3digos fora da lei<\/em>. Rio de Janeiro \u2013 Ed. Globo, 2001 \u2013 ano lll, P. 77, n\u00ba 155. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0GOMES, Marlene Baltazar da N\u00f3brega. <em>Viol\u00eancia\u00a0<\/em><i>intra familiar<\/i>. EM. Revista Vis\u00e3o Mission\u00e1ria. P. 25, n\u00ba 2 \u2013 2\u00ba TRI 2002. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0Revista Isto \u00c9, n\u00ba 1093, ano 2002. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0SAFFIOTI, Heleieth. <em>Viol\u00eancia em debate. Ed. 1\u00aa. S\u00e3o Paulo. Moderna, 1997 \u2013\u00a0\u00a0 P. 20. \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0<\/em>PELLEGRINI, Denise. <em>Revista Nova Escola<\/em>. M\u00eas\/ maio. P. 16, ano: 2002.<\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_ftn1\"><\/a><\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_ftn1\"><\/a><a href=\"http:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-admin\/post.php?post=344&amp;action=edit#_ftnref1\"><strong>1]<\/strong><\/a><strong>\u00a0<\/strong>CAMPOS,\u00a0 P. Maria Helena. <strong>Corrup\u00e7\u00e3o: desestrutura familiar e viol\u00eancia branca<\/strong><em><strong>. <\/strong><\/em><em>Este texto \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o coletiva com acad\u00eamicos do Curso de Pedagogia da Faculdade de Mantena- FAMA, num exerc\u00edcio de trabalho participativo com temas de interesse e contextual. Mantena, Minas Gerais: FAMA, 2003\/2016.<\/em><\/p>\n<h6 style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"http:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-admin\/post.php?post=344&amp;action=edit#_ftnref1\">1<\/a><\/strong><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0CORRUP\u00c7\u00c3O: DESESTRUTURA FAMILIAR E VIOL\u00caNCIA BRANCA \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Maria Helena Campos Pereira[1] \u00a0 \u00a0 \u00a0\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0Entre a massa dos sequestradores, o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-344","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-uncategorized"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/344","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=344"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/344\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":352,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/344\/revisions\/352"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=344"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=344"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/filoarte.com.br\/filoarte\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=344"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}